maio 28, 2008

I DONT NEED IT I WANT IT

esse Pelayo e sua vidinha vão acabar por me fazer perder a cabeça. O pior é que no fundo eu adoro essa minha tietagem. Como eu disse antes, esse meu bovarismo me estimula loucamente.
ontem eu fiz uma promessa com Marilover e Uana Imaginária. Uma promessa de cuspe, tá? é coisa séria.

do meu lado, eu tenho que ir pra academia todos os dias agora. Não posso perder nenhum e é pelayo quem vai me ajudar nesse ponto.
Os outros dois pontos da promessa são meio difíceis. Para começar, tenho que estudar mais, o que não é mais do que minha obrigação. Depois, não posso sair "pro rock" (como dizem os capixabas) porque tenho que economizar dinheiro e, principalmente, por causa do ponto anterior.

você deve tá aí se perguntando: se pelayo vai ajudar alí, quem vai ajudar cá?

pode parecer bobagem, mas tudo o que faço a partir de hoje é unicamente em função do meu bem-estar na cidade das flores. Meu ano começa agora.

maio 23, 2008

HITTING LAURA

é engraçado como eu sempre remeto meu estado emocional a alguma música. melhor que isso, é engraçado como sempre há uma música que descreve meus sentimentos. ótimo, o que eu sinto é banal. deve ser por isso que eu só escrevo sobre eles. É tão vulgar, tão comum que estão aqui, expostos e fazendo parte de um cenário cansativo, corriqueiro, comum.

excepcionalmente hoje, tomei as dores de Laura e dói tanto que não posso deixar de me expressar aqui.
É certo que Laura é, de longe, uma vadia cheia de defeitos e esquisitices os quais tolera-se até certo ponto. Se "Laura" já é um pseudônimo, um alter ego, uma personalidade alternativa, isso não poderia deixar de ser uma característica fatal da mesma. Quem sabe até onde falamos de Laura, até onde falamos Mari, até onde falamos de Caio ou até onde falamos das "garotas nas capas das revistas"? Até onde o que Laura faz é por prazer ou por negócios? Até onde o que ela faz é consciente? Até onde ela tem tudo o que diz ter? Até onde ela pode?
Laura sometimes can be a pain in the ass.
Mas quem é Laura senão aquela garota que sempre está pronta pra te receber? Quem é Laura senão aquele sorrisão, aquelas bricandeiras, aquelas escrotrisses? Quem é Laura senão alguém que topa tudo, ALGUÉM QUE TE ESCUTA E QUE TE DÁ VALOR? Quem é Laura senão uma das pessoas mais encantadoras e apaixonantes que já tive o prazer/orgulho de conhecer?

Sinceramente eu não queria estar incluído nisso, eu não queria defender ninguém mas a verdade é que ficou impossível. Eu, como bom libriano, voto pelo que acho justo. E se de um lado Laura vem chorando pra mim que sente falta das amigas, que parece impossível conversar, que não é escutada, que não estão abertas a ela, que só leva patada... Do outro eu escuto que Laura é uma puta esnobe que tá ali só pra competir... ESCUTO QUE ELA NÃO É MAIS UMA AMIGA?! Será que é ela mesmo?
Olha, me desculpem se eu estiver errado mas tudo o que eu vejo é raiva contida, frescurite de menina de 13 anos, imaturidade.

E que fique bem claro que eu amo todas vocês perdidamente e não deixaria nenhuma de vocês na mão. Laura no entanto só tem a mim agora. E o que foi mesmo que ela fez?

maio 20, 2008

mama told me to dress up like a man. i told her to dress up like a bitch.

maio 06, 2008

quando a gente ama um cego, o filha da puta aprende a ver.

maio 02, 2008

quando a gente ama um cego, a gente acaba se tornando cego também

abril 27, 2008

síndrome do impalpável

segundo o "pai dos n00bs" (ou simplesmente google), o bovarismo é a insatisfação romanesca com os fatos presentes na realidade, tornando o sujeito incapaz de criar uma posição crítica em relação à ficção. O termo psicanalítico está diretamente ligado ao romance de Gustav Flaubert, "madame bovary", onde a heroína (ou seria anti-heroína?) entrega-se aos sonhos de nobreza e luxúria típicos da burguesia do século XVIII.

Daí você pára e pensa: Será que eu tenho esse troço?

Eu costumo dizer que só acredito nas coisas palpáveis e portanto Deus, o céu, o inferno, o vestibular, o Acre, pessoas que não gostam de sorvete, Michael Jackson, as ilhas Macau, entre outras coisas, são criações livres da mente humana.
Só que esse meu discurso é praticamente ridículo e meus sonhos de ser um rockstar, ser melhor que o Pelayo, falar várias línguas e morar em todos os continentes do mundo me soam completamente palpáveis e me estimulam.
Não tenho idéia de como a Madame Bovary encerra seu romance e confesso que tenho medo de descobrir. Por outro lado, talvez seja melhor pedir uns conselhos ao Gustav antes que seja tarde demais.

abril 26, 2008

away

recife i love you but youre bringin me down
recife i love you but youre freakin me out